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domingo, 24 de maio de 2015

OS FILAMENTOS DE DNA E AS GLÂNDULAS ENDÓCRINAS



Cada um dos seguintes doze cordões de ADN representa um dos doze aspectos da consciência multidimensional.
  • Filamento 1: Coragem para seguir em frente e integrar nossos medos.
  • Filamento 2: Capacidade de se concentrar em algo e segui-lo até a conclusão.
  • Filamento 3: Manter o equilíbrio de género entre o poder masculino / feminino.
  • Filamento 4: Equilíbrio entre o nosso campo energético e do corpo físico.
  • Filamento 5: Viver em paz num estado de aceitação.
  • Filamento 6: Força para permanecer na verdade do UM, independentemente do resultado.
  • Filamento 7: Capacidade de aceitar os nossos dois lados claros e escuros.
  • Filamento 8: Capacidade de manter limites pessoais, independentemente dos resultados.
  • Filamento 9: Capacidade de aceitar e viver dentro de uma comunidade diversificada.
  • Filamento 10: Capacidade para sintonizar e ouvir a alma ou eu superior.
  • Filamento 11 : Poder imaginar, criar e manifestar essas visões em 3D.
  • Filamento 12: Capacidade para ser aceite, e apreciar o valor de todas as coisas.
As glândulas endócrinas:
  • Hipotálamo - eu traduzo o que eu acredito
  • Pineal - Estou a ver ou imaginar o que eu recebo
  • Pituitária - Eu ouço o que eu recebo
  • Tiroide - Eu falo o que eu recebo
  • Timo - Eu limpo e transmuto o que eu recebo
  • Coração - Eu sinto que eu recebo
  • Gónadas - Eu crio e manifesto o que eu recebo
  • Suprarrenais - Eu sou fiel ao que eu recebo
E assim, no processo de recodificação cada filamento deve ser reconectado individualmente a cada glândula e, em seguida, ativado. Isso proporciona a atualização de DNA necessária para sustentar plena consciência e comunicação com os reinos mais elevados.
Estes aspetos são representados na fisicalidade como novas vias neurais no cérebro e quando a conexão estiver concluída a nossa consciência multidimensional será totalmente sentida e acessada.
A luz do Cinturão de Fotões penetrando através de nossas glândulas hipófise e pineal favorece essencialmente a condução deste processo de recodificação.
Também estão sendo reconectados de forma muito lenta senão o nosso corpo físico e nosso sistema nervoso poderiam 'queimar-se' e não sobreviveriam intactos.
Podemos cooperar ativamente neste processo, tentando chegar a algum entendimento sobre o que está acontecendo conosco. A nossa capacidade de interagir e absorver as novas frequências de luz em nossos corpos físicos, vai determinar como podemos progredir neste próximo passo da nossa evolução física e espiritual.
E observando cuidadosamente os nossos sistemas de crenças e nossas ações, ao usar a emoção e como o combustível para avançar espiritualmente, vamos mudar e limpar muitas velhas formas de pensamento indesejáveis e padrões que não nos servem mais.
Tenha cuidado com aqueles que oferecem técnicas para acelerar ou indevidamente avançar sua recodificação do DNA - especialmente se estes carregam um grande preço. Muitos seres superiores, guias angelicais e mestres estão ativamente envolvidos com a gente neste momento.
Eles estão ajudando cada um de nós nesse processo de recodificação para "nos fincarmos mais nos nossos pés" e não tentar correr desembestadamente para a frente. E isso não é um procedimento que seja acelerado com o que podemos ler num livro ou comprar numa garrafa. Isso está ocorrendo exatamente no prazo certo, independentemente de como poderemos tentar interferir.
Este cenário é imenso e inclui toda a nossa galáxia Via Láctea. Está acontecendo em resposta ao Plano Divino para o nosso universo, iniciado pelo Criador de Tudo Que É. Então, é relaxar e ir com o fluxo, permitindo que tudo isso se manifeste no seu próprio tempo. Aproveite o passeio.
Os resultados finais serão incríveis e vamos todos passar por uma experiência multidimensional de viver com compaixão, um verdadeiro Céu na Terra.

por Trey Abernethy
http://auras-colours-numbers.blogspot.com.br

OS 12 FILAMENTOS DO DNA - NOSSO PATRIMÔNIO ESPIRITUAL

                       
Uma mensagem de Kate Spreckley
Durante anos a ciência reconheceu que temos dois filamentos físicos ativos de DNA.
Além desses, temos 10 filamentos energéticos que estiveram adormecidos no Ser Humano durante séculos. Estes filamentos adormecidos de DNA foram descobertos pelos cientistas que, não sabendo qual seria a função deles, identificou-os como DNA "lixo". O ácido desoxirribonucléico (DNA) é um ácido nucléico que contém todas as instruções genéticas utilizadas no desenvolvimento e funcionamento de todas as coisas viventes. A função principal do DNA é o armazenamento de informações em longo prazo.
O DNA é freqüentemente comparado a um conjunto de projetos, já que ele contém as instruções necessárias para construir outros componentes de células. Os segmentos de DNA que carregam as informações genéticas são chamados genes, mas outras sequências de DNA têm propósitos estruturais ou estão envolvidas na regulamentação do uso das informações genéticas. Portanto, o nosso DNA é o nosso projeto pessoal e, como tal, contém toda a nossa informação mental, física, emocional e Espiritual.
O Ser Humano original tinha 12 Filamentos de DNA trabalhando ativamente e mantendo a função total do Humano como um Ser Espiritual. Com a nossa preocupação exagerada com o pensamento através do lado esquerdo do cérebro, e com o fechamento dos nossos centros do coração, estes filamentos "extras" de DNA se perderam. Como consequência desta perda, nós passamos a viver em uma sociedade espiritualmente deficiente e as nossas capacidades intuitiva e curativa foram reduzidas drasticamente. Outro resultado dessa perda é que nós acessamos e usamos apenas uma pequena parte dos nossos cérebros. 
O corpo humano é a coisa mais valiosa que jamais possuiremos. Ele armazena e mantém uma abundância de informações, sabedoria e conhecimento sobre todos os aspectos de nós mesmos, do nosso mundo e de toda a vida. Combinações de inteligência são armazenadas no interior do Ser Humano, e uma grande quantidade de dados é armazenada dentro do corpo. Dentro dos nossos corpos, estão as fórmulas necessárias para reproduzir outras formas de inteligência por todo o Universo. No momento da concepção, nós recebemos das nossas duas linhagens sanguíneas diferentes (nossos pais) certas combinações e pares de genes recessivos. Estes genes contêm os códigos de luz que nos dão a maior oportunidade de acessar e desenvolver nossas capacidades Espirituais e de curar os aspectos danificados e feridos da nossa Alma. Ao mesmo tempo, estes genes contêm lembranças que criaram bloqueios no nosso caminho para a unidade e deram início aos nossos sentimentos profundamente arraigados de separação, separação da nossa verdadeira essência e do nosso Criador. Estas lembranças de separação nos forçaram a criar experiências e situações nas quais nos são dadas oportunidades para curarmos a nós mesmos, nosso mundo e nossas separações.
Como Almas, escolhemos cuidadosamente os nossos pais e suas linhagens sanguíneas, de modo a facilitar experiências e situações que nos permitirão curar a nós mesmos. Portanto, escolhemos a dedo as nossas próprias estruturas de DNA e as possíveis oportunidades de ativar e despertar outros filamentos de DNA.
A energia da nossa Terra está passando por importantes mudanças vibracionais e movendo-se para níveis mais elevados de consciência.
À medida que a Terra eleva Sua vibração, nós, como Seres Humanos, estamos recebendo muitas oportunidades de elevar a nossa vibração.
Esta mudança está sendo chamada de Ascensão e existem muitas pessoas ao redor do mundo que estão vivenciando confusão e caos em seus mundos.
No entanto, neste aparente caos e confusão, encontramos grandes oportunidades de crescimento, expansão e evolução. Um dos aspectos mais emocionantes do nosso processo evolutivo é a reorganização do nosso DNA. Raios codificados com luz Cósmica do nosso Criador têm chegado à nossa Terra, estimulando as mudanças e reorganizando os nossos corpos Humanos.
À medida que os filamentos codificados de luz são absorvidos no nosso ser, nosso DNA disperso está sendo reativado e reformado em novas hélices ou filamentos de DNA e está sendo reordenado em feixes. À medida que este re-enfeixamento e esta reordenação progridem, nós criamos um sistema nervoso mais evoluído, que facilita que novas informações e dados entrem em nossa consciência.
Muitas das células adormecidas do nosso cérebro estão sendo despertadas e estamos sendo capazes de acessar o potencial total do nosso corpo.
Conforme nossos corpos se preenchem com mais luz, nossas memórias também se abrem, e à medida que o nosso DNA evolui, nós evoluímos em Seres Multidimensionais conscientes.
Nossos 12 filamentos de DNA ativam e conectam-se aos nossos 12 Chacras, portais de energia através dos quais acessamos nosso patrimônio Espiritual. Os 12 filamentos de DNA servem de ligação, através dos nossos 12 chacras, com a rede de energia externa aos nossos corpos.
Os 12 chacras atuam como portais energéticos no nosso corpo, conectando-nos às forças vitais da existência. É através da abertura e ativação destes portais de energia que podemos começar a realmente conhecer a nós mesmos. Como agora todos os 12 filamentos de DNA estão se formando, qualquer questão que não tenha sido trabalhada e esclarecida pacificamente na nossa história pessoal, criará caos.
Sentimentos e lembranças estão vindo à tona, oferecendo-nos uma oportunidade de experienciar o tecido do nosso ser e revelando quem nós somos, através dos acontecimentos e crenças que estão intricadamente tecidos em nós.
Nossa tarefa é despertar, ativar e unificar todos os 12, criando a rotação dos 12.
Esta rotação dos 12 filamentos de DNA e 12 chacras vai atrair para nós energias que vão se intermisturar e se mover através dos nossos seres, ativando e despertando os vários aspectos diferentes de nós mesmos.
Isto disparará novas versões, entendimentos e significados de todos os acontecimentos em nossas vidas e no nosso mundo.
Nossos 12 chacras são conjuntos de energia onde podem surgir acontecimentos. Eles guardam a memória e a identidade, e cada um corresponde a um filamento do DNA.
Estes 12 centros de energia devem ser acessados a partir do nosso interior, onde podemos sentir os dados correspondentes e traduzir nossas experiências dentro do contexto de nossas mentes.

Ao abrirmos nossos corações e mentes, todas as respostas aos grandes mistérios serão encontradas dentro de nós.

É preciso que nos retiremos dos nossos sistemas de crenças atuais e criemos novos sistemas de crenças, pois a mente está estruturada para evoluir e formar nossas experiências baseadas naquilo que ordenamos.

Nossa mente não é o nosso senhor; nós somos os senhores das nossas próprias mentes.

A mente é apenas uma ferramenta a ser usada para criar a realidade, e nada mais.
Trabalhando conscientemente com as ondas de energia e luz que se entram na nossa Terra, somos capazes de perceber e compreender que a transformação deste planeta baseia-se na cura e poder das nossas mentes.
A ativação do DNA completo de 12 filamentos criará a conexão entre os nossos códigos genéticos humanos e nos dará acesso a todo o conhecimento e sabedoria.
Isto é a consciência e compreensão de quem nós realmente somos.
Ao ativarmos todos os 12 filamentos do DNA, nós criamos um alinhamento dentro de nós mesmos, que nos permite mudar suavemente para níveis de vibração e freqüências de luz muito mais elevados, ajudando o nosso processo de ascensão ao despertarmos mais a nossa consciência humana.

Pesquisa Internet
Kate Spreckley Copyright © 2007 - http://www.spiritpathways.co.za
Tradução: Vera Corrêa - veracorrea46@ig.com.br
Fonte: http://spiritlibrary.com/spirit-pathways/12-strands-of-dna-our-spiritual-heritage
http://groups.google.com/group/central-de-atualizacoes/web/os-12-filamentos-do-dna---nosso-patrimnio-espiritual

GNA - O NOVO DNA DE 12 BANDAS

GNA - O novo DNA de 12 bandas

Desde que o DNA foi definido como uma helix de duas bandas antiparalelas de nucleótidos complementares (A,T,C,G) todo um novo mundo se abriu para a Ciência. O Genoma Humano já foi todo sequenciado, provas de ADN são usadas em medicina forense, testes de paternidade, doenças genéticas, medicamentos DNA específicos.. etc.

Esta sequência de aminoácidos presente em quase todas as nossas células diz-se conter toda a nossa informação genética: traços físicos, psíquicos e provavelmente morais, embora não se consiga encontrar o onde de cada uma dessas coisas...
Após um certo limite é tudo somente especulação.
No mundo da Espiritualidade, as coisas vão bem mais além, visto que não há barreiras ao pensamento.
Um tema muito atual no mundo espiritual é o GNA (AGN), que é o que se chama do nosso verdadeiro código espiritual! Este não é composto por duas cadeias, mas sim 12! sendo 2 delas físicas (as que a nossa ciência acredita) e as demais 10 etéricas.
(Os Lemurianos falavam já de 32 bandas deste código, mas é melhor deixar esse tópico para outra oportunidade).

O GNA, é um tema que já circula também nos meios científicos, sendo que muitos investigadores lutam para provar a existência destas bandas não tão visíveis.
O nosso DNA (do qual 97% é considerado lixo sem qualquer valor e somente os restantes 3% é que codificam informação válida). Evidentemente esses 97% não são lixo... contém é informação sobre as nossas vidas passadas (registos akashicos) que a nossa ciência ainda não sabe interpretar.
As demais 10 bandas (que já foram vistas pelos microscópios!!!) são chamadas pelos cientistas de DNA sombra

Alguns métodos recorrem á seguinte caracterização de bandas:
1º par (físico):
Responsáveis por aspectos do corpo físico. Mostram a predisposição duma pessoa em relação a algumas condições de saúde, envelhecimento, metabolismo, etc..
2º par (etérico)
Tratam dos aspectos emocionais, bem como inclinações para padrões emocionais.
3º par (psíquico):
Contem o perfil genético mental. Traduzem se a energia mental vai ser usada em pensamento direto, linear, lógico ou intuitivo, artístico, etc. Contem também informação sobre se a pessoa é optimista ou pessimista.





4º par (alma):
Contém o chamado Carma (ou Dharma para os que preferem). Predisposições para padrões cármicos trazidos para esta vida, feridas cármicas, energia inacabada simplesmente. Se os comandos corretos forem empregues, é possível terminar estes projetos abertos a qualquer altura.
5º par (astral):
Influência electromagnética do sistema solar, integrado com a força da gravidade de onde a pessoa nasceu. Contem os códigos que podem ser lidos numa carta astrológica.
6º par (transformação)
Habilidade de criar e recriar. A parte mais espiritual do nosso ADN. Conectada a todas as criações, está ligada com o Universo.

Uma teoria é que no passado, todas estas bandas estavam conectadas entre si e o ser humano no ápice da sua vertente espiritual em permanente conexão com os outros mundos, mas estas ligações foram-se perdendo e os trabalhadores da luz focam em readquirir estas ligações perdidas... este GNA pode ser ativado através de frequências, decretos, ou normalmente através de atitudes ao longo da vida.
As frequências de Solfegio são um exemplo disso.

Depois da reativação do GNA benefícios possíveis:

  • -desaparecimento de rugas
  • -crescimento capilar
  • -aumento da intuição
  • -maior acuidade auditiva e visual
  • -estabilização do peso
  • -maior crescimento das unhas
  • -aumento da percepção
  • -mudanças a nível social
  • -experiências de limpeza
  • -maior conexão ao mundo espiritual
  • -certeza de sermos filhos de Deus encarnados neste planeta com um propósito divino
  • -saber qual é a nossa missão

Não se pretende abordar com mais pormenor o tema, pois o que importa é que trabalhemos para isso, e uma compreensão teórica aprofundada do tema só complica aquilo que devia ocorrer naturalmente, fazendo com que o nosso racional interfira no processo.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

OLIGOTERAPIA - MEDICINA TRADICIONAL FRANCESA.

OLIGOELEMENTOS NATURALMED
(Importados da França)

Sobre Oligoterapia e Oligoelementos, existe hoje um manancial enorme de literatura disponível, o que não acontecia em meados dos anos setenta do século passado; a internet também veio a recolher e a globalizar imensos trabalhos sobre esta temática.
No início dessa década, não tinhamos a utilização massiva do computador, nem a internet, mas iniciámos por essa altura em Portugal, à semelhança do que já acontecia noutros países como a França, a Bélgica e a Suíssa entre outros, a divulgação desta prática terapêutica de que continuo adepto, pois foi desde esses tempos, a utilização dos oligoelementos no dia-a-dia familiar, uma constante de que não há arrependimento, ainda hoje, a família tem um uso práticamente nulo dos serviços médico-sociais.

Assim, após uma análise das várias opiniões e processos bioterápicos que utilizam os minerais com fins terapêuticos e, atendendo ao interesse e polémica levantados nos ultimos anos á prática da oligoterapia, podemos concluir e retirar daí ilações de que o interesse levantado por este processo terapêutico, é justamente fundamentado.
Não estão só em causa as demonstrações mais ou menos cientificas nos campos da quimica, electroquimica, bioquimica e medicina, mas, e o mais importante, na área da naturologia, que é o resultado dessa prática terapêutica.

A oligoterapia é pois uma prática terapêutica que utiliza as várias formas de administração dos oligoelementos. Estes, são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades, alguns dos quais em quantidades tão pequenas que podem considerar-se vestigios ou traços de metais e não metais. O simples facto de um organismo estar carente dessa pequenissíma quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio da cadeia de reacções bioqumicas.


A oligoterapia deve a sua classificação como prática terapêutica suave (não agressiva) á sua eficácia na fase funcional do doente, pois faculta ao organismo as condições de restabelecer, por si próprio, o equilibrio biológico, já que a oligoterapia é, por natureza e especificidade, uma terapia preventiva e de manutenção.

Abordagem vídeo animada sobre a incrível máquina que é o corpo humano.







INTRODUÇÃO

A nova medicina é resultado da aproximação das duas correntes do pensamento médico, ou seja, da corrente cartesiana acadêmica com a corrente dialética, voltada para a compreensão das leis naturais, a qual pertencem praticamente todos os ramos da medicina não oficial. Isso tornou possível o surgimento da mentalidade médica holística (integral), o que permitiu o aparecimento de ramos como a medicina ecológica, medicina biológica, medicina integral, medicina vibracional, medicina holística, medicina ortomolecular, e outras que formam o mesmo grupo que agora possui mais um elemento. A medicina funcional ou Oligoterapia. A Oligoterapia iniciada em 1932, pelo Dr. Jacques Menetrier, na França, hoje totalmente subsidiada pelo governo francês, é uma prática terapêutica que utiliza nas várias formas de utilização os oligoelementos. Estes são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades que podem considerar-se vestígios de traços de metais, e não-metais. O simples fato de um organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio das cadeias de reações bioquímicas. São essas cadeias intricadas que constituem o metabolismo do indivíduo.

O que são Minerais? 
Os minerais são elementos existentes no organismo e nos alimentos em combinações orgânicas inorgânicas. Os elementos minerais desempenham diversos papéis essenciais nos fluídos corporais como constituintes dos tecidos do organismo, regulando o metabolismo de diversas enzimas. Mantém o equilíbrio ácido básico e a pressão osmótica, facilitando a transferência na membrana de elementos essenciais. 

Definição Bioquímica dos Oligoelementos 

São elementos que existem na célula viva animal e vegetal em ínfimas quantidades, e em muito baixa concentração. Participam num número importante de reações bioquímicas. São catalisadores das funções enzimáticas, permitem pela sua presença influenciar a velocidade de uma reação sem, contudo tomarem parte ativa nesta reação. Fornecem a enzima, a energia para que a reação bioquímica ocorra. A atividade dos oligoelementos regula e permite as trocas metabólicas, graças as quais o organismo tem a possibilidade de restabelecer por si próprio o equilíbrio biológico. 

CONCEITOS BÁSICOS EM OLIGOTERAPIA: 

É bem verdade que este nome não é apropriado, pois “oligo” quer dizer pouco. É como chamar de pouco tratamento. O nome mais indicado seria como os franceses atualmente a chamam, “medicina funcional”. Como, este nome já está arraigado a cultura existente, deixemos assim. A medicina funcional francesa foi iniciada pelo Professor Dr. Jacques Ménétrier em 1932. Hoje muito usada na Europa, principalmente na França contando até com subsídio governamental para seu desenvolvimento e aplicação. Hoje existem países como Brasil, E.U.A , Canadá, Japão e membros da antiga U.R.S.S. também em uso. 

O emprego destes elementos em pequenas doses suscitam no organismo muitas funções bioquímicas e principalmente biofísicas, que são temas de estudos em várias escolas de medicina do mundo todo. Hoje, aqui mesmo no Brasil, existem muitos cursos sendo ministrados aos interessado nesta “nova” metodologia médica. Alguns apaixonados a chamam de Medicina do século XXI, pois, seus efeitos são fantásticos. 

PEQUENAS DOSES & GRANDES EFEITOS: Podemos chamar assim, pois as doses usadas nestes medicamentos são ínfimas. Não apresentando efeitos colaterais nem mesmo contra-indicações. Os efeitos são explicados em extensas teorizações bioquímicas, todas fundamentadas nas reações de catálise e nutrição celular. É cada vez maior o número de amantes desta metodologia que traz explicações calcadas em biofísica, ou melhor, biofísica quântica, alicerçada em modernos conceitos da física quântica e na vanguarda do conhecimento sobre vibração, espaço-tempo, as equações que mudaram o mundo da física neste século que passou, que unem matéria e energia na mais conhecida equação do século XX. Matéria é igual à energia vezes velocidade da luz no quadrado. E=MC².

FINALIDADES: 

A finalidade desta metodologia é estimular a melhora ou a cura de doenças consideradas em estágio funcional, ou seja, que as toxinas que acometem os doentes estejam ainda no tecido extra celular. Poderemos aqui evocar a tabela de homotoxicologia feita pelo Dr. Hanz Heinrich Reckeweg, onde existe um corte biológico por onde as toxinas atuam. Caso esta estiverem acometendo o tecido extra celular, serão facilmente drenadas, caso o organismo intoxicado tenha condições para tal. A oligoterapia traz um imenso benefício a esta “vicariação regressiva”. Termo este usado na homotoxicologia para definir condições onde as toxinas “viajam” de um estágio mais profundo nos tecidos embrionários e, do interior da célula para um estágio mais superficial e fora da célula, dando ao organismo, condições de regenerar-se e curar-se. É lógico que não é almejado aqui, a cura de males incuráveis, bem como a cura sem seqüelas de males que estão num estágio mais avançado da célula. Porém almejamos sim uma metodologia sem precedentes, como elementos tidos como nutrientes essenciais à célula e curar muitos males que ainda aguardam melhor sorte na medicina dita convencional, como: doença crônica, auto-imunes e degenerativas. Como sabemos, as doenças são informações que carregamos em nós mesmo. Oriundas de um acervo informativo ao qual fomos submetidos na concepção. Os homeopatas chamam de Miasmas, nós chamamos de terreno propício ao desenvolvimento de patologias, ou apenas Diáteses. 

Essas diáteses são afloramentos de arquétipos patológicos existentes na nossa biodisponibilidade. Quando há quebra da sintonia frequência de três elementos que constituem uma barreira protetora destes afloramentos, estes suscitamentos de informações patológicas advém de exposições a numerosos fatores, 
como por Exemplo, os fatores ambientais, como: poluição atmosférica, fótons, campos eletromagnéticos, contaminação alimentar, contaminação da água, etc., além de fatores hormonais, acidentais, sociais, emocionais entre outros. 
As diáteses são reflexos metabólicos que correspondem a diferentes inter-relações possíveis e variáveis do meio interno: o potencial ácido-básico e o potencial de óxido redução. É bom lembrar que um organismo hígido não tem predominância em nenhum desvio da neutralidade, sendo ideal o pH em torno de 7,2 e o pH em 22. Ao encontrarmos algum desvio para mais ou para menos no pH, significa que o organismo perdeu sua condição natural de bloquear informações arquetípicas de doenças, que a barreira inter mentes foi alterada por quaisquer fatores e a tradução deste desequilíbrio se dá de forma de descompensação da saúde e higidez do acometido, trazendo para o doente sintomas e sinais característicos e de fácil percepção. 

Temos que reconhecer 4 diáteses: 

A) diátese I ou síndrome hiper-reativa ácida e reduzida. 

B) diátese II ou síndrome hipo-reativa ácido e oxidado. 

C) diátese III ou síndrome distônica alcalino e reduzido. 

D) diátese IV ou síndrome anérgica alcalino e oxidado. 

As diáteses são representantes dos “terrenos” mórbidos que carregamos, aflorados da “mente” celular (arquétipos) aos quais representamos. Estes arquétipos são suscitados desta mente celular por condições próprias da existência que em certo momento e por vários motivos isolados ou somado, “desafinaram” nosso acorde de freqüência ideal, que é regulado pela harmonia freqüêncial de 4 elementos Cu, Co, Cr, Se. Os chamados minerais da barreira inter mentes. Concluindo: o nosso sistema de repressão aos arquétipos de doenças torna-se inoperante e afloram da nossa memória celular as doenças as quais estamos “programados” para tê-las, dentro de uma condição pré-estabelecida. As diáteses representam estas condições prévias, sendo as diáteses I e II constitucionais, já nascemos de um modo ou de outro, quer por algum motivo perdermos a maneira repressiva das doenças. Apresentamos os sintomas característicos das síndromes descritas. A oligoterapia é uma metodologia médica genial para reprimir os arquétipos de doenças. Usada na prevenção e no tratamento de patologias já afloradas, porém, sempre com o intuito de melhorar e prolongar a vida humana. 

COMO AGE A OLIGOTERAPIA
A ação mais importante ocorre quando elementos em doses sutis estimulam os receptores bucais e estes por estímulos magneto elétricos, fazem as membranas celulares tornarem-se biorreceptivas aos elementos fornecidos, tornando a nutrição celular mais próxima do ideal. As doses ínfimas de substratos minerais e metais desencadeiam reações bioquímicas imprescindíveis à manutenção da vida biológica. Estas ações são catalizadoras, por isso, o nome do “medicamento” é o elemento usado, somado do nome catalítico. Exemplo: Iodo catalítico. 

AÇÕES DOS ELEMENTOS MAIS USADOS EM OLIGOTERAPIA: 
Elementos tidos como tóxicos tem ações brilhantes em oligoterapia. São eles: 

ALUMÍNIO: 
Elemento tido como tóxico, faz amálgama facilmente com zinco e cálcio entre outros. 
Sedativo – sonífero – calmante – euforia – agitação – hipercinesia – atonia cerebral – diminuição da atividade – intelectual em crianças – seqüelas vacinais – síndrome de Down – distúrbio da memória – distúrbios do raciocínio – entre outros... 

ANTIMÔNIO
Gastrites – piorréia – aftas – sinusites – faringites – amidalites – faringites – enterocolites – mononucleose infecciosa – gengivites – adenomegalias – hipertrofia das adenóides. 

BORO
Aumenta hormônios sexuais (testosterona, estradiol, dhea, progesterona) – envelhecimento, reumatismos – menopausa – esterilidade – disfunção sexual – impotência – perda ou diminuição da libido – melhora da atenção – percepção – obesidade – distúrbio da memória recente ou remota – coordenação motora – osteoporose – risco de trombose – artrites – endometriose. 

CÁLCIO
Insônia – emagrecimento – aleitamento – gestação – hipertensão – fraturas – osteoporose – crescimento – reumatismo – cáries dentárias – desmineralização – raquitismo – osteomalácia. 

COBALTO
Elemento da barreira intermitentes que é responsável pelo controle da percepção sensorial. Os indivíduos com falta de cobalto percebem menos e o excesso faz com que os mesmo percebam coisas que os ditos normais não percebem. Ansiedade – espasmofilia – palpitações – parestesias – acrocianoses – arterites – gastrites – vertigens – zumbidos – calmante – sedativo – hipotensor – memória – aterosclerose – enxaquecas – problemas circulatórios arteriais – aerocolia. 

COBRE
Elemento central da barreira intermitente. Ele é quem “afina” o ser humano. (O ideal seria fazer curso de  de oligoterapia pelo ângulo da física). acne – anemias – hipertensão – disfunção tireoidiana –artroses – vertebrais – tuberculose óssea – tuberculose – refratária (todas hoje são) – nefrose lipídica – espondilite anquilosante – artrites anquilosantes – infecções bacteriana e principalmente virais – gripes – câncer – imunodeficiências – vitiligo – processos inflamatórios – oligomenorréia – hipomenorréia – amenorréia – infertilidade. 

CROMO
Elemento da barreira intermitentes, responsável pela pressão do arquétipo de violência, além de controlar a “economia” corporal. Hoje sabemos que o aumento da violência se deve ao baixo consumo de cromo acrescido do aumento do consumo do açúcar e de produtos refinados que depletam cromo. 
diabetes – hipoglicemia reacional – hipogicemia não reacional – pré diabetes – diabetes tipo I e tipo II – aterosclerose – fome insaciável - bulemia metabólica – hipertrigliceridemia – hipercoloesterolemia – stress – stress por exercícios extenuantes – controle da hiper e hipo insulinismo – envelhecimento. 

ENXOFRE
pruridos – eczemas – urticárias – alergias – faringites alérgicas – acne – alergias alimentares – neurites – artroses – ciatalgias – enxaqueca alimentar – reumatismos inflamatórios e metabólicos – degeneração articular – lúpus eritematosos sistêmico – cistites recidivantes por acidez – alopécia – artralgias – fâneros (unhas e cabelos fracos) – psoríase – edema de Quinke – febre do feno – conjuntivite alérgica – rinites – amidalites alérgicas – laringites alérgicas – otites alérgicas. 

FERRO
anemia ferropriva – depressão – sonolência – desânimo – apatia – diminuição da intelectualidade – redução da performance física – precordialgias anginosas – irritabilidade – fogachos da menopausa – taquicardias – gravidez – prevenção das malformações fetais – riscos de prematuridade – prevenção de complicações do parto – puberdade – convalescença – atraso de crescimento reumatismo – diminuição da imunidade e resposta imune. 

FLUOR
dentição – cárie dentária – osteoporose – flacidez ligamentar – zumbidos – lombalgias posturais – crescimento – entorses – Mal de Scheuermann – epifisite vertebral dolorosa da adolescência – osteocondrite da tíbia – retardo de consolidação de fraturas – escoliose – prevenção do pé plano congênito – prevenção do genu valgun e genu varun – cifose – lordoses – descalcificações – aleitamento – dentição – gravidez – desmineralização – osteocondrite. 

FÓSFORO
espasmofilia – palpitações – cólon irritável – doença de Crohn – rinites – asma – ostoporose – câimbras – coqueluche e outros fenômenos de espasmos respiratórios – miastenia graves – dismenorréia – moléstia de Dupuytren – síndromes musculares dolorosas fibromiálgicas – astenia cerebral – tetania – hepatites virais (A, B ou C) – doenças hepáticas esteatoses, cirrose etc. – esclerodermia – precordialgia – distrofias ósseas. 

GERMÂNIO
Mineral considerado uma panacéia, um marco de desenvolvimento no campo da medicina nutricional. 
neoplasias – revitalizante celular – inibem a reprodução do HIV –distúrbios imunológico – regenerador de mucosas como gastrites, aftas, retocolites etc. – doenças virais – cancros – estados pré cancerosos – hipertensão – alergias – artrite – entre outros. Lipólise mata célula de gordura. 

IODO
Hipertireoidismo – hipotireoidismo – polifagia – emagrecimento – obesidade tireoidiana – distúrbios de crescimento – síndrome de Basedown Graves – menopausa – andropausa – dismenorréia – dispareunias – fadiga – tremores – hipertensão – excitabilidade – aterosclerose. 

LÍTIO
Ansiedade – angústia – agitação – psico pruridos – psico dermatoses – fibromialgia – menopausa – stress – alterações do humor – gota – insônia – alterações do comportamento – P.M.D. – outra psicoses – esquizofrenias – T.P.M. – anorexia nervosa – bulimia – abulia – distúrbios da afetividade – depressão – lítiase renal por ácido úrico – agressividade – cardiopatias escleróticas – envelhecimento – taquicardia. 

MAGNÉSIO
Elemento mais importante na facilitação de absorção dos outros nutrientes. Quando em algum estudo mineralógico, a falta de magnésio for maior que a dos outros elementos, primeiramente dê apenas Mg. 
Os outros serão facilitados por este. 
astenia – falta de criatividade – ansiedade – enxaqueca – cardiopatias – hipertensão – sindrome pré-menstrual – colites – hiperexitabilidade neuromuscular – auto intoxicação alimentar – eczemas – arritmias cardíacas – obstipação crônica – síndrome do cólon irritável – hiperemotividade – espasmos coronarianos –artroses – dor articular crônica do adulto – senescência – hipertensão arterial – insuficiência hepática funcional – tremores de extremidades – dispnéia asmatiforme – artrites – nevralgias – memória. 

MANGANÊS
É um mineral histriônico. Ocupa o lugar de um nutriente que está faltando. Oligoelemento compensador da diátese I – alergias – urticárias – pruridos – eczema atópico – edema de Quinke – febre de fenocoriza espasmódica – bronquite alérgica – polimenorréia – metrorragia – enxaquecas – rinite alérgica – impotência sexual – perda ou diminuição da libido – hipertensão – manifestação dispéptica – hiperfoliculinia – cólon irritável – algias difusas migratórias sem lesão deformantes. 

MOLIBDÊNIO
anemia – ferropriva – profilaxia da cárie dental – após tratamento com corticóides – desintoxicante de substâncias químicas, quimioterapia, etc. – emagrecimento – regulador do metabolismo lipídico. 

POTÁSSIO
stress – astenias – fadiga muscular – artroses – dores reumáticas – poliartrite crônica – reumatismo crônico evolutivo – edema – retenção hídrica – oligúria. 

SELÊNIO:
Elemento da barreira intermitentes, responsável pelo controle da comunicação verbal. Em excesso aflora arquétipos do “Dom” da palavra. Ótimo para advogados, promotores, professores, locutores. Quando em escasso, o indivíduo tem dificuldades de comunicação verbal.
envelhecimento prematuro – diminuição da sexualidade – impotência – perda da libido – risco cardiovascular – angina péctoris – hiperagregabilidade plaquetária – senilidade – stress oxidativo – preventivo do fenômeno agravante dos radicais livres através da isquemia reperfusão – infecções recidivantes – imunodeficiências – catarata – artrite reumatóide – esteatose hepática – preventiva de seqüelas radioativas – uricemia – no 9º mês de gravidez para prevenir sofrimento fetal por hipóxia afecções da vias aéreas superiores – cirurgias como preventivo da isquemia reperfusão – inflamações crônicas – linfopenias – otites – preventivo de câncer – hepatites virais ou não. 

SILÍCIO
alterações ósseas de crescimento – fraturas ósseas – osteoporose – artroses senis – envelhecimento cutâneo – alopécia – catarata – aftas – aterosclerose – hipercolesterolemia – úlceras da cavidade oral – miopia (fase inicial) – varizes – aneurismas – unhas fracas e quebradiças.

VANÁDIO
Astenias – neoplasias – hematopoese – cáries dentárias – calcificação óssea – diabetes Mellitus – depressão – tiques nervosos – hipoglicemia reacional. 

ZINCO
Elemento mais importante na “leitura” do genoma. (no curso ministrado pela associação brasileira de medicina complementar este fato é abordado integralmente) psoríase – frigidez – impotência – câncer de próstata – adenoma prostático – preventivo de doença degenerativas – dificuldade de regeneração celular – imunodeficiências-AIDS – síndrome adiposo genital – aumenta a acuidade visual – diminuição do paladar – diabetes mellitus – aterosclerose – senelidade – doenças vasculares – alterações hipofisiárias principalmente 
gonadotróficas – disfunção tireoidiana – disfunção pancreática – metrorragia para diminuir o fluxo menstrual em mulheres que usam DIU – crescimento. 

CATALIZADORES COMPOSTOS POLICATALÍTICOS: 

COBRE OURO PRATA (Cu-Au-Ag): leucopenia – imunodeficiências – AIDS – alergias – depressão – falta de vitalidade – convalescença – infecções recidivantes – pré e pós-operatórios – traumatismos psíquicos (morte de algum familiar, falência, problemas Judiciais etc..) – quadros mórbido, associados a diminuição marcante do estado geral – psicastenia – abulia psíquica – obsessões mórbidas – insônia – pesadelos. 

MANGANÊS COBRE (Mn-Cu)
Policatalítico usado para compensar a diátese II – infecções recidivantes da vias aéreas superiores – sinusite crônica – cistites recidivantes – rinites – problemas otorrinolaringológicos freqüentes – infecções crônicas – artrites deformantes – lentidão escolar – fadiga vespertina – fadiga física e psíquica – alterações posturais –bronquites – anginas infecciosas – gripes freqüentes – hipotireoidismo – colite – enurese noturna – alterações de crescimento. 

MANGANÊS COBALTO (Mn-Co)
Policatalítico compensador da diátese III – patologias circulatórias: arteriais e/ou venosas – problemas de circulação periférica – menopausa – andropausa – hipertensão arterial – acrocianoses – varizes – tromboses – alterações da memória – alterações da concentração – sensação de peso nas pernas, que melhoram ao levantá-las – aerofagia – úlcera gástrica – úlcera duodenal – meteorismo – artroses – câimbras – preventiva dos infartos – manifestações gastrintestinais por alterações emocionais – reumatismos degenerativos – fadiga geral – depressão – síndrome de pânico – gota – enfisema pulmonar – insônia – hipercolesterolemia –hipertrigliceridemia – pessimismo – vertigens – acúfenos – hiperuricemias – fadiga progressiva – alterações emocionais. 

ZINCO COBRE (Zn-Cu)
Policatalítico compensador da chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado endócrino – retardo de desenvolvimento de etiologia endócrina – disfunção ovariana – endometriose – ovários policísticos – impotência sexual – atraso da maturação sexual – astenia sexual – seu uso pode soldar as epífises e parar o crescimento – disfunção tireoidiana – miomas – menopausa – osteoporose – vaginismo – dispareunia. 

ZINCO NÍQUEL COBALTO (Zn-Ni-Co)
Policatalítico que também compensa a chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado pancreático – diabetes mellitus – intolerância a glicose – hipoglicemia reacional – polifagia – bulimia – mal estar que antecede as refeições (tremores, sonolência) – obesidade – dispepsias – indigestão.

MANGANÊS (Mn)
Policatalítico usado para compensar a diátese I. Aceleração de trocas celulares. Doenças alérigicas outras - Hiper-emotividades - Hiper-atividade - Euforia Noturna

Complilação de diversas fontes:
Ver Referências Bibliográficas


domingo, 8 de setembro de 2013

DIÁTESES


Ao conjunto de características semiológicas que definem um terreno constitucional, chamamos Diátese. Uma Diátese exprime a transição entre o "estado de saúde" e o "estado lesional".

A Diátese relaciona o doente ligado a uma disfunção orgânica, de uma forma individualizada pelas suas reacções pessoais.

O comportamento diatésico é o reflexo móvel de um estado físico em evolução. Um estado patológico é fisiológicamente a consequência de uma anomalia crescente das trocas metabólicas e um bloqueio progressivo das funções reguladoras.

Uma lesão é patológicamente o resultado de uma perturbação metabólica. A terapêutica pelos catalizadores é muito útil pelos seus poderes reguladores e despolarizantes.

Diátese I                     Alérgica ou Artrítica
Predomina nos jovens e adolescentes. Os fenómenos patológicos são agudos mas raramente graves. Costuma evoluir com mais frequência para a diátese III (distónica).
Há um excesso de reacções tanto comportamentais como sintomáticas.

Sinais comportamentais da Diátese I
Cansaço matinal
Hiper-actividade para o fim do dia
Fadiga que desaparece com o esforço
Má memória episódica
Muito enérgico
Optimista
Nervoso
Colérico
Impulsivo

Semiologias da Diátese I
Alérgica                      Eczemas, Urticária de repetição, Asma alérgica, Sinusite alérgica
Cardiovascular          Précordialgias, Taquicardia emocional, Hipotensão
Digestiva                    Nauseas, Digestões lentas, Vómitos, Colite
Endócrina                   Disfunção tiroideia (hiper)
Uro-Genital                Dismenorreia, Urina ácida
Faneras                      Unhas quebradiças, Queda de cabelo, Artrite dentária
Reumatológica          Dores reflexas, Artrites agudas não deformantes, Ciática,Lombalgias

Riscos de evolução patológica da Diátese I
Hipotensão arterial (acima dos cinquenta anos)
Artrites crónicas
Litiase vesicular e renal
Asma crónica
Eczemas
Doença de Basedow
Fibromioma tumoral ou hemorrágico

Terapia Diatésica da Diátese I
Manganésio    Corrector de base
Enxofre             Disfunção Hepática dominante
Iodo                   Disfunção Tiroideia dominante

Diátese II       Hiposténica ou Artro-Tuberculosa
Caracteriza-se por hipotonia. Este terreno aproxima-se do Tuberculinismo dos homeopatas.
Encontra-se com frequência nas famílias cujos parentes (pais ou avós) sofrem ou sofreram de problemas respiratórios e de estados hiposténicos.

Sinais comportamentais da Diátese II
Fadiga progressiva por falta de resistência
Fatigável com o esforço
Má memória por falta de resistência
Medianamente enérgico
Moral irregular com indiferença
Tendência á reflexão
Calmo
Cauteloso
Sono muito bom


Semiologias da Diátese II
Respiratória                Rinites, Faringites, Laringites,Traqueítes, Bronquites, Sinusites
Linfática                       Adenites
Sistema Digestivo     Perturb. duodenais, Enterocolite, Alternância de Diarreia e Obstipação
Uro-Genital                 Cistites ligeiras reincidentes, Dismenorreias
Endócrina                   Hipotiroidismo
Reticulo-Endotelial    Anemia com Leucopenia
Osteo-Articular           Atraso na ossificação, Laxidez ligamentar
Pele                             Prurido, Eritemas polimorfos, Acne, Psoríase

Riscos de evolução patológica da Diátese II
Tuberculose em todas as suas formas
Reumatismos crónicos deformantes
Asma crónica
Bronquite crónica
Colite crónica esquerda
Ulcera duodenal

Terapia Diatésica da Diátese II
Manganésio-Cobre     Corrector de base
Enxofre                          Nos sintomas antigos
Fósforo                          Nos sintomas recentes

Diátese III                  Distónica ou Neuro-artrítica
Esta diátese aparece normalmente no adulto, raramente é constitucional. Geralmente é a evolução da Diátese I (Diatese Alérgica não tratada).
É um sinal de alarme para o terapêuta, pois a instalação de disfunções orgânicas de degenerescência não estão longe.

Sinais comportamentais da Diátese III
Fadiga de manhã, voltando ao fim da tarde
Má memória que se acentua progressivamente
Ligeiro pessimismo com ansiedade
Sono mau com ansiedade

Semiologias da Diátese III
Neuro-Vegetativa  Espasmos epigástricos, Inchaço das extremidades, Hemicranianas difusas
Circulatória             Hemorroidas, Pernas pesadas, Edemas dos membros inferiores, Varizes, Precordialgias
Digestivos               Aerofagia, Dispepsia, Gastrite, Colite espasmódica direita
Osteo-Articular       Algo-Neuro-Distrofias, Artrose, Estados gotosos
Pele                          Urticária crónica, Eczema crónico, Líquen
Uro-Genitais            Oliguria, Uremia, Menopausa

Sinais Biológicos de Análise da Diátese III
Aumento da taxa de Ureia
Aumento da constante de Ambard
Alcalose
Anemia em alguns casos

Riscos de evolução patológica da Diátese III
Trombose
Enfarte do miocárdio
Arterite
Aortite
Ulceras Gastro-Duodenais
Artrose deformante, dolorosa, evolutiva
Uremia
Estados cancerosos

Terapia Diatésica da Diátese III
Manganésio-Cobalto  Corrector de Base
Enxofre                          Disfunção artro-digestiva
Iodo                                Disfunção hipofiso-genital
Cobalto                          Disfunção circulatória
Magnésio                      De origem recente
Minero-C                       Dor recente
Minero-Vita                   De origem antiga

Diátese IV                  Anérgica
Esta diátese nunca é constitucional. Geralmente é uma evolução das diáteses precedentes e, normalmente muito grave.
Aparece brutalmente após medicação prolongada e mal tolerada, principalmente nos tratamentos com antibióticos e em acidentes ou choques morais repetidos.

Sinais comportamentais da Diátese IV
Fadiga permanente
Má memória
Desconcentração
Falta de energia
Pessimismo com depressão
Apático e confuso
Sono mau com pesadelos





Semiologias da Diátese IV
Infecciosa                   Infecções de repetição, Otites, Anginas,Cistites, Febre inexplicável
Osteo-Articulares      Reumatismo evolutivo, Osteomielites
Pele                             Furunculos de repetição, Acne, Antraz

Sinais Biológicos de Análise da Diátese IV
A V.S. pode estar aumentada
Perturbações no hemograma
Alcalinidade aumentada
Factor rH aumentado

Riscos de evolução patológica da Diátese IV
Anergia total
Sistema imunológico em disfunção
Tuberculose local ou geral
Reumatismos crónicos graves
Poliartrite evolutiva
Rectocolite hemorrágica
Leucemia
Estados cancerosos
Senescência precoce e irreversivel

Terapia Diatésica da Diátese IV
Cobre-Ouro-Prata       Corrector de base
Manganésio                 Se o terreno é Alérgico
Manganésio-Cobre     Se existir Hiposténia
Manganésio-Cobalto  Se existir Distonia
Lítio                                Se existir depressão
Enxofre                          Se existir disfunção hepática
Iodo                                Se existir disfunção tiroideia
Fluor                              Se existir desmineralização
Minero-Vita                  Como suporte imunológico

Sindroma de Desadaptação ou Diátese V
Não é própriamente uma Diátese (apesar de alguns autores considerarem o Sindroma de Desadaptação como Diátese V) mas sim uma modalidade "reaccional" ao agravamento dos sintomas de uma das Diáteses anteriores.
Este Sindroma joga de maneira prioritária com o Sistema Endócrino e em particular com o Hipofiso-Suprarenal.

Sinais Comportamentais da Diátese V
Quebra súbita de energia
Moral irregular com indiferença
Alternância de carácter
Sonolência
Distúrbios genitais e endócrinos

Semiologias da Diátese V
Disfunçöes Endócrinas:
            Hipofiso-Genital           Disturbios menstruais, Menopausa
            Hipofiso-Suprarenal   Com Impotência, Com Frigidez
            Hipofiso-Pancreático  Hipoglicémia, Disturbios digestivos
            Sindroma prostático

Riscos de evolução patológica da Diátese V
Não são específicos, pois dependem de Diáteses anteriores, podem no entanto incluir-se nesta categoria os:

            - Sindromas adiposo-genitais
            - As Prostatites crónicas
            - O Mongolismo

Terapia Diatésica da Diátese V
Zinco-Níquel-Cobalto            Hipofiso-Pancreática
Zinco-Cobre                            Supra-Renal e Genitais
Iodo                                           Tiroide

Matéria de A.Pires - http://oligo-ion.blogspot.com.br
Complilação de diversas fontes:
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