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domingo, 19 de abril de 2015

VITAMINA D: RESULTADOS LABORATORIAIS DA SUPLEMENTAÇÃO

Um vídeo por Marcos Andrey de Sousa falando do livro:
"VITAMINA D: Como um Tratamento tão Simples pode Reverter Doenças..."
do prof. Dr. Michael F. Holick e de suas próprias experiências e vivência em Curitiba-Pr.



Estou publicando pois achei o vídeo muito interessante e instrutivo, vale a pena ler o livro também.

Vitamina D - Como Um Tratamento Tão Simples Pode Reverter Doenças Tão Importantes

Com mais de 30 anos de pesquisa sobre a vitamina D, o Prof. dr. Michael Holick explica e comprova em 'Vitamina D – como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importantes' por que a exposição controlada ao sol, uma dieta com alimentos ricos em vitamina D e exercícios melhora a qualidade de vida e ajuda a prevenir muitas doenças. O tratamento proposto pelo dr. Holick pode ser seguido por todos, desde pessoas saudáveis que buscam a prevenção de doenças crônicas até os que precisam se recuperar de algum problema de saúde. Bastam algumas pequenas mudanças nos hábitos.

Alguns assuntos e explicações que você irá encontrar em 'Vitamina D – como um tratamento tão simples pode reverter doenças tão importante's:

Qual a relação entre vitamina D, câncer, doenças cardíacas e colesterol.
Diagnósticos de fadiga crônica, insônia ou de depressão podem estar relacionados à falta desse hormônio.
A vitamina D protege adultos e crianças de doenças ósseas graves.
Adolescentes com deficiência dessa vitamina correm mais risco de ter hipertensão e alta taxa de glicose no sangue.
Como uma “dose” diária de sol pode ajudar a evitar doenças crônicas como diabetes, artrite, esclerose múltipla e outras condições autoimunes.

sábado, 7 de março de 2015

MEDITAÇÃO! OSHO

E como diz Osho: Se Você fizer apenas 10 das 112 meditações que ele criou, sua vida será pura Alegria!!!




sexta-feira, 6 de março de 2015

OS DEZ LADRÕES DA SUA ENERGIA


1. Afaste-se daquelas pessoas que só chegam para compartilhar queixas, problemas, histórias desastrosas, medo e julgamento dos outros.
"Se alguém procura uma lata para jogar o lixo que tem dentro, que não seja na sua mente."

2. Pague as suas contas a tempo. Ao mesmo tempo, cobre aqueles que te devem ou escolha deixar para lá, se você já percebeu que é impossível receber.

3. Cumpra as suas promessas. Se você não cumpriu alguma, pergunte-se o porquê desta resistência. Sempre você tem o direito de mudar de opinião, de se desculpar, de compensar, de renegociar e de oferecer outra alternativa diante de uma promessa não cumprida, mesmo que já um costume.
A forma mais fácil de evitar o não cumprimento de algo que você não quer fazer é dizer “NÃO” desde o começo.4. Elimine, dentro do possível, e delegue aquelas tarefas que você prefere não fazer, dedicando o seu tempo àquilo que, sim, você desfruta fazer.


5. Dê permissão a você mesmo para um descanso, quando você estiver em um momento que o necessite e dê permissão a você mesmo para agir quando estiver em um momento de oportunidade.

6. Jogue fora, recolha e organize… nada te tira mais energia que um espaço desordenado e cheio de coisas do passado que você já não necessita.

7. Dê prioridade à sua saúde, sem a máquina do corpo trabalhando ao máximo, você não pode fazer muito. Tome tempo para perceber o que seu corpo está te dizendo.

8. Enfrente as situações tóxicas que você está tolerando, desde resgatar um amigo ou um familiar, até tolerar ações negativas de um companheiro ou um grupo. Tome a ação necessária.

9. Aceite. Não é resignação, mas nada te faz perder mais energia que o resistir e brigar contra uma situação que você não pode mudar.

10. Perdoe… deixe ir uma situação que está te causando dor… você sempre pode escolher deixar ir a dor da recordação.

Dalai Lama.





segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

POR QUE ADOECEMOS? - DR. LAIR RIBEIRO



Explicação clara, didática e bem completa.

Este vídeo faz parte de uma série de publicações do mesmo Autor - DR LAIR RIBEIRO
Eu venho  seguindo e aprendendo muito com ele. Desde quando lí o seu livro lá nos anos 90:
"O Sucesso Não Acontece por Acaso"

O Sucesso Não Ocorre Por Acaso


Por que Adoecemos?
Vale a pena ver...

Porque Adoecemos - Dr. Lair Ribeiro - Parte 1


Porque Adoecemos - Dr. Lair Ribeiro - Parte 2



Porque Adoecemos - Dr. Lair Ribeiro - Parte 3



Veja mais livros e outros trabalhos  também no site dele http://www.lairribeiro.com.br/

Breve Biografia:

Dr. Lair Ribeiro, médico cardiologista/nutrólogo, autor de 35 (15 best sellers) livros, 25 dos quais são traduzidos para outros idiomas e disponíveis em mais de 40 países, na área de auto-conhecimento e 149 trabalhos científicos publicados em revistas médicas americanas indexadas. O Dr. Lair Ribeiro teve a oportunidade de viver 17 anos nos EUA e trabalhar em três universidades americanas – Harvard Medical School, Baylor College of Medicine e Thomas Jefferson University. Além disso, foi diretor médico da Merck Sharp & Dohme e diretor executivo, chegando a vice-presidente, da Ciba Corporation (hoje Novartis). Ele hoje trabalha em vários países da América do Sul, Central, do Norte e na Europa ministrando conferências e Workshops sobre desenvolvimento pessoal/profissional e faz também cursos para médicos na área de antienvelhecimento e modulação hormonal bioidêntica.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

ERVA-CIDREIRA: BENEFÍCIOS E PROPRIEDADES MEDICINAIS


A erva-cidreira (Melissa officinalis) é uma planta medicinal também conhecida como melissa, melissa-romana, melissa-verdadeira, salva-do-Brasil, salva-brasileira, bálsamo-de-abelha, bálsamo-doce, bálsamo-de-limão, dentre outros nomes populares. 

Pertence a família Lamiaceae.

Para que serve a erva-cidreira?

A erva-cidreira é um hipotenso moderado que pode diminuir palpitações do coração devido a tensão. Pesquisadores alemães constataram que o óleo essencial da planta atua na parte do cérebro que controle o sistema nervoso autônomo e protege o cérebro de estímulos externos excessivos. O chá da erva-cidreira relaxa o sistema nervoso, induzindo a pessoa ao sono. Também é usado para epilepsia, perturbações nervosas, insônia, desmaios, histeria, enxaqueca, hipocondria e vertigem.
A erva-cidreira possui um efeito tônico sobre o coração e o sistema circulatório, causando uma leve vasodilatação dos vasos periféricos, auxiliando a reduzir a pressão sanguínea. O chá e o óleo essencial podem beneficiar pacientes com ansiedade e depressão, vez que os óleos voláteis na planta (particularmente o citronelal) têm efeito sedativo, mesmo em concentrações mínimas. Um estudo duplo-cego com cerca de vinte pacientes com insônia comparou os benefícios de 0,125 miligramas do sedativo Triazolam (Halcion) contra placebo e uma combinação de valeriana (Valeriana officinalis) e erva-cidreira (Melissa officinalis). A combinação de ervas foi considerada tão eficaz quanto a droga¹.
O chá de erva-cidreira, ao mesmo tampo que traz benefícios para o sistema nervoso, também possui propriedades medicinais carminativas que beneficiam o sistema digestivo, combatendo vários disturbios intestinais, como flatulência (gases intestinais) e cólicas. Acredita-se que os taninos e outros extratos fitoquímicos da erva-cidreira são recomendados para combater os vírus da caxumba e herpes. Na medicina alternativa, é usada em compressas para inchaços, como gota e febre e aplicada a eczema e dores de cabeça. Utilizada como erva de banho e em óleos de massagem, máscaras faciais, loções de beleza e perfumes. A erva-cidreira é composta de óleos voláteis (citral, citronelal, acetato de eugenol, geraniol e outros componentes), princípio amargo, resina, polifenóis, taninos, flavonóides, ácido succínico, ácido rosmarínico e triterpenoides.
Na culinária, a erva-cidreira é utilizada em carnes, saladas, marinadas, verudras, geléias, pudins, guarnições, vinagres, licores (Beneditino e Chartreuse). As folhas secas não são consideradas tão saborosas quanto frescas.

Como fazer o chá de erva-cidreira

Para preparar o chá de erva-cidreira, as folhas verdes frescas verdes devem ser colocadas em forma de infusão em água. A variação de quantidade de folhas para cada 1 litro de água pode variar de acordo com o gosto e necessidade de cada pessoa, vez que quanto mais concentrado (de folhas) for o chá, maior será seu efeito sedativo. Para um chá mais fraco, cerca de 20 gramas por litro é suficiente, já para um chá de erva-cidreira com efeitos sedativos mais acentuados, cerca de 50 a 60g de folhas são suficientes. Pode ser tomado de 2 a 4 xícaras de chá por dia.
Água Carmelita

Água Carmelita
A Melissa officinalis é um ingrediente presente na aqua mirabilis (água milagrosa) e na água carmelita, usada como tônico herbal e água de colônia para curar dores de cabeça, promover o relaxamento corporal, longevidade, proteger contra venenos e magias das bruxas. A água carmelita é um extrato alcoólico formulado pelas freiras carmelitas da abadia de St. Just e foi comercializada sob o nome de Eau de Carmes.

Contraindicações e efeitos colaterais da erva-cidreira

A erva-cidreira é considerada segura, inclusive para crianças, contudo, pode abaixar a função tireóide, o que pode ser benéfico para algumas pessoas, mas pode prejudicar outras.
História e curiosidades
O nome de gênero Melissa é derivado do grego e significa “mel de abelha”, vez que é a flor favorita das abelhas. Esta erva era sagrada no templo de Diana. O óleo essencial da erva-cidreira possui coloração amarelo-pálida, com um leve aroma de limão fresco. O custo do óleo essencial da Melissa officinalis é bastante elevado, vez que pode ser necessário até sete toneladas da planta para extrair apenas um litro de óleo essencial puro.
Publicação original :
Recomendo pesquisar no mesmo site outras matérias como por exemplo:
ERVAS PARA DORMIR e outras ERVAS MEDICINAIS

Neste site é enfatizado que 




  • O conteúdo aqui publicado é destinado única e exclusivamente para fins educativos, de pesquisa e informação e não substitui o diagnóstico e/ou tratamento médico profissional.
  • Não comercializamos nenhum tipo de planta medicinal, remédio natural ou afins. 

  • ¹ Kennedy DO, Little W, Haskell CF, Scholey AB. Anxiolytic effects of a combination of Melissa officinalis and Valeriana officinalis during laboratory induced stress. Phytother Res. 2006;20(2):96-102.

    segunda-feira, 16 de setembro de 2013

    OLIGOTERAPIA - MEDICINA TRADICIONAL FRANCESA.

    OLIGOELEMENTOS NATURALMED
    (Importados da França)

    Sobre Oligoterapia e Oligoelementos, existe hoje um manancial enorme de literatura disponível, o que não acontecia em meados dos anos setenta do século passado; a internet também veio a recolher e a globalizar imensos trabalhos sobre esta temática.
    No início dessa década, não tinhamos a utilização massiva do computador, nem a internet, mas iniciámos por essa altura em Portugal, à semelhança do que já acontecia noutros países como a França, a Bélgica e a Suíssa entre outros, a divulgação desta prática terapêutica de que continuo adepto, pois foi desde esses tempos, a utilização dos oligoelementos no dia-a-dia familiar, uma constante de que não há arrependimento, ainda hoje, a família tem um uso práticamente nulo dos serviços médico-sociais.

    Assim, após uma análise das várias opiniões e processos bioterápicos que utilizam os minerais com fins terapêuticos e, atendendo ao interesse e polémica levantados nos ultimos anos á prática da oligoterapia, podemos concluir e retirar daí ilações de que o interesse levantado por este processo terapêutico, é justamente fundamentado.
    Não estão só em causa as demonstrações mais ou menos cientificas nos campos da quimica, electroquimica, bioquimica e medicina, mas, e o mais importante, na área da naturologia, que é o resultado dessa prática terapêutica.

    A oligoterapia é pois uma prática terapêutica que utiliza as várias formas de administração dos oligoelementos. Estes, são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades, alguns dos quais em quantidades tão pequenas que podem considerar-se vestigios ou traços de metais e não metais. O simples facto de um organismo estar carente dessa pequenissíma quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio da cadeia de reacções bioqumicas.


    A oligoterapia deve a sua classificação como prática terapêutica suave (não agressiva) á sua eficácia na fase funcional do doente, pois faculta ao organismo as condições de restabelecer, por si próprio, o equilibrio biológico, já que a oligoterapia é, por natureza e especificidade, uma terapia preventiva e de manutenção.

    Abordagem vídeo animada sobre a incrível máquina que é o corpo humano.







    INTRODUÇÃO

    A nova medicina é resultado da aproximação das duas correntes do pensamento médico, ou seja, da corrente cartesiana acadêmica com a corrente dialética, voltada para a compreensão das leis naturais, a qual pertencem praticamente todos os ramos da medicina não oficial. Isso tornou possível o surgimento da mentalidade médica holística (integral), o que permitiu o aparecimento de ramos como a medicina ecológica, medicina biológica, medicina integral, medicina vibracional, medicina holística, medicina ortomolecular, e outras que formam o mesmo grupo que agora possui mais um elemento. A medicina funcional ou Oligoterapia. A Oligoterapia iniciada em 1932, pelo Dr. Jacques Menetrier, na França, hoje totalmente subsidiada pelo governo francês, é uma prática terapêutica que utiliza nas várias formas de utilização os oligoelementos. Estes são substâncias que normalmente se devem encontrar no organismo em pequenas quantidades que podem considerar-se vestígios de traços de metais, e não-metais. O simples fato de um organismo estar carente dessa pequeníssima quantidade dá origem a patologias diversas por bloqueio das cadeias de reações bioquímicas. São essas cadeias intricadas que constituem o metabolismo do indivíduo.

    O que são Minerais? 
    Os minerais são elementos existentes no organismo e nos alimentos em combinações orgânicas inorgânicas. Os elementos minerais desempenham diversos papéis essenciais nos fluídos corporais como constituintes dos tecidos do organismo, regulando o metabolismo de diversas enzimas. Mantém o equilíbrio ácido básico e a pressão osmótica, facilitando a transferência na membrana de elementos essenciais. 

    Definição Bioquímica dos Oligoelementos 

    São elementos que existem na célula viva animal e vegetal em ínfimas quantidades, e em muito baixa concentração. Participam num número importante de reações bioquímicas. São catalisadores das funções enzimáticas, permitem pela sua presença influenciar a velocidade de uma reação sem, contudo tomarem parte ativa nesta reação. Fornecem a enzima, a energia para que a reação bioquímica ocorra. A atividade dos oligoelementos regula e permite as trocas metabólicas, graças as quais o organismo tem a possibilidade de restabelecer por si próprio o equilíbrio biológico. 

    CONCEITOS BÁSICOS EM OLIGOTERAPIA: 

    É bem verdade que este nome não é apropriado, pois “oligo” quer dizer pouco. É como chamar de pouco tratamento. O nome mais indicado seria como os franceses atualmente a chamam, “medicina funcional”. Como, este nome já está arraigado a cultura existente, deixemos assim. A medicina funcional francesa foi iniciada pelo Professor Dr. Jacques Ménétrier em 1932. Hoje muito usada na Europa, principalmente na França contando até com subsídio governamental para seu desenvolvimento e aplicação. Hoje existem países como Brasil, E.U.A , Canadá, Japão e membros da antiga U.R.S.S. também em uso. 

    O emprego destes elementos em pequenas doses suscitam no organismo muitas funções bioquímicas e principalmente biofísicas, que são temas de estudos em várias escolas de medicina do mundo todo. Hoje, aqui mesmo no Brasil, existem muitos cursos sendo ministrados aos interessado nesta “nova” metodologia médica. Alguns apaixonados a chamam de Medicina do século XXI, pois, seus efeitos são fantásticos. 

    PEQUENAS DOSES & GRANDES EFEITOS: Podemos chamar assim, pois as doses usadas nestes medicamentos são ínfimas. Não apresentando efeitos colaterais nem mesmo contra-indicações. Os efeitos são explicados em extensas teorizações bioquímicas, todas fundamentadas nas reações de catálise e nutrição celular. É cada vez maior o número de amantes desta metodologia que traz explicações calcadas em biofísica, ou melhor, biofísica quântica, alicerçada em modernos conceitos da física quântica e na vanguarda do conhecimento sobre vibração, espaço-tempo, as equações que mudaram o mundo da física neste século que passou, que unem matéria e energia na mais conhecida equação do século XX. Matéria é igual à energia vezes velocidade da luz no quadrado. E=MC².

    FINALIDADES: 

    A finalidade desta metodologia é estimular a melhora ou a cura de doenças consideradas em estágio funcional, ou seja, que as toxinas que acometem os doentes estejam ainda no tecido extra celular. Poderemos aqui evocar a tabela de homotoxicologia feita pelo Dr. Hanz Heinrich Reckeweg, onde existe um corte biológico por onde as toxinas atuam. Caso esta estiverem acometendo o tecido extra celular, serão facilmente drenadas, caso o organismo intoxicado tenha condições para tal. A oligoterapia traz um imenso benefício a esta “vicariação regressiva”. Termo este usado na homotoxicologia para definir condições onde as toxinas “viajam” de um estágio mais profundo nos tecidos embrionários e, do interior da célula para um estágio mais superficial e fora da célula, dando ao organismo, condições de regenerar-se e curar-se. É lógico que não é almejado aqui, a cura de males incuráveis, bem como a cura sem seqüelas de males que estão num estágio mais avançado da célula. Porém almejamos sim uma metodologia sem precedentes, como elementos tidos como nutrientes essenciais à célula e curar muitos males que ainda aguardam melhor sorte na medicina dita convencional, como: doença crônica, auto-imunes e degenerativas. Como sabemos, as doenças são informações que carregamos em nós mesmo. Oriundas de um acervo informativo ao qual fomos submetidos na concepção. Os homeopatas chamam de Miasmas, nós chamamos de terreno propício ao desenvolvimento de patologias, ou apenas Diáteses. 

    Essas diáteses são afloramentos de arquétipos patológicos existentes na nossa biodisponibilidade. Quando há quebra da sintonia frequência de três elementos que constituem uma barreira protetora destes afloramentos, estes suscitamentos de informações patológicas advém de exposições a numerosos fatores, 
    como por Exemplo, os fatores ambientais, como: poluição atmosférica, fótons, campos eletromagnéticos, contaminação alimentar, contaminação da água, etc., além de fatores hormonais, acidentais, sociais, emocionais entre outros. 
    As diáteses são reflexos metabólicos que correspondem a diferentes inter-relações possíveis e variáveis do meio interno: o potencial ácido-básico e o potencial de óxido redução. É bom lembrar que um organismo hígido não tem predominância em nenhum desvio da neutralidade, sendo ideal o pH em torno de 7,2 e o pH em 22. Ao encontrarmos algum desvio para mais ou para menos no pH, significa que o organismo perdeu sua condição natural de bloquear informações arquetípicas de doenças, que a barreira inter mentes foi alterada por quaisquer fatores e a tradução deste desequilíbrio se dá de forma de descompensação da saúde e higidez do acometido, trazendo para o doente sintomas e sinais característicos e de fácil percepção. 

    Temos que reconhecer 4 diáteses: 

    A) diátese I ou síndrome hiper-reativa ácida e reduzida. 

    B) diátese II ou síndrome hipo-reativa ácido e oxidado. 

    C) diátese III ou síndrome distônica alcalino e reduzido. 

    D) diátese IV ou síndrome anérgica alcalino e oxidado. 

    As diáteses são representantes dos “terrenos” mórbidos que carregamos, aflorados da “mente” celular (arquétipos) aos quais representamos. Estes arquétipos são suscitados desta mente celular por condições próprias da existência que em certo momento e por vários motivos isolados ou somado, “desafinaram” nosso acorde de freqüência ideal, que é regulado pela harmonia freqüêncial de 4 elementos Cu, Co, Cr, Se. Os chamados minerais da barreira inter mentes. Concluindo: o nosso sistema de repressão aos arquétipos de doenças torna-se inoperante e afloram da nossa memória celular as doenças as quais estamos “programados” para tê-las, dentro de uma condição pré-estabelecida. As diáteses representam estas condições prévias, sendo as diáteses I e II constitucionais, já nascemos de um modo ou de outro, quer por algum motivo perdermos a maneira repressiva das doenças. Apresentamos os sintomas característicos das síndromes descritas. A oligoterapia é uma metodologia médica genial para reprimir os arquétipos de doenças. Usada na prevenção e no tratamento de patologias já afloradas, porém, sempre com o intuito de melhorar e prolongar a vida humana. 

    COMO AGE A OLIGOTERAPIA
    A ação mais importante ocorre quando elementos em doses sutis estimulam os receptores bucais e estes por estímulos magneto elétricos, fazem as membranas celulares tornarem-se biorreceptivas aos elementos fornecidos, tornando a nutrição celular mais próxima do ideal. As doses ínfimas de substratos minerais e metais desencadeiam reações bioquímicas imprescindíveis à manutenção da vida biológica. Estas ações são catalizadoras, por isso, o nome do “medicamento” é o elemento usado, somado do nome catalítico. Exemplo: Iodo catalítico. 

    AÇÕES DOS ELEMENTOS MAIS USADOS EM OLIGOTERAPIA: 
    Elementos tidos como tóxicos tem ações brilhantes em oligoterapia. São eles: 

    ALUMÍNIO: 
    Elemento tido como tóxico, faz amálgama facilmente com zinco e cálcio entre outros. 
    Sedativo – sonífero – calmante – euforia – agitação – hipercinesia – atonia cerebral – diminuição da atividade – intelectual em crianças – seqüelas vacinais – síndrome de Down – distúrbio da memória – distúrbios do raciocínio – entre outros... 

    ANTIMÔNIO
    Gastrites – piorréia – aftas – sinusites – faringites – amidalites – faringites – enterocolites – mononucleose infecciosa – gengivites – adenomegalias – hipertrofia das adenóides. 

    BORO
    Aumenta hormônios sexuais (testosterona, estradiol, dhea, progesterona) – envelhecimento, reumatismos – menopausa – esterilidade – disfunção sexual – impotência – perda ou diminuição da libido – melhora da atenção – percepção – obesidade – distúrbio da memória recente ou remota – coordenação motora – osteoporose – risco de trombose – artrites – endometriose. 

    CÁLCIO
    Insônia – emagrecimento – aleitamento – gestação – hipertensão – fraturas – osteoporose – crescimento – reumatismo – cáries dentárias – desmineralização – raquitismo – osteomalácia. 

    COBALTO
    Elemento da barreira intermitentes que é responsável pelo controle da percepção sensorial. Os indivíduos com falta de cobalto percebem menos e o excesso faz com que os mesmo percebam coisas que os ditos normais não percebem. Ansiedade – espasmofilia – palpitações – parestesias – acrocianoses – arterites – gastrites – vertigens – zumbidos – calmante – sedativo – hipotensor – memória – aterosclerose – enxaquecas – problemas circulatórios arteriais – aerocolia. 

    COBRE
    Elemento central da barreira intermitente. Ele é quem “afina” o ser humano. (O ideal seria fazer curso de  de oligoterapia pelo ângulo da física). acne – anemias – hipertensão – disfunção tireoidiana –artroses – vertebrais – tuberculose óssea – tuberculose – refratária (todas hoje são) – nefrose lipídica – espondilite anquilosante – artrites anquilosantes – infecções bacteriana e principalmente virais – gripes – câncer – imunodeficiências – vitiligo – processos inflamatórios – oligomenorréia – hipomenorréia – amenorréia – infertilidade. 

    CROMO
    Elemento da barreira intermitentes, responsável pela pressão do arquétipo de violência, além de controlar a “economia” corporal. Hoje sabemos que o aumento da violência se deve ao baixo consumo de cromo acrescido do aumento do consumo do açúcar e de produtos refinados que depletam cromo. 
    diabetes – hipoglicemia reacional – hipogicemia não reacional – pré diabetes – diabetes tipo I e tipo II – aterosclerose – fome insaciável - bulemia metabólica – hipertrigliceridemia – hipercoloesterolemia – stress – stress por exercícios extenuantes – controle da hiper e hipo insulinismo – envelhecimento. 

    ENXOFRE
    pruridos – eczemas – urticárias – alergias – faringites alérgicas – acne – alergias alimentares – neurites – artroses – ciatalgias – enxaqueca alimentar – reumatismos inflamatórios e metabólicos – degeneração articular – lúpus eritematosos sistêmico – cistites recidivantes por acidez – alopécia – artralgias – fâneros (unhas e cabelos fracos) – psoríase – edema de Quinke – febre do feno – conjuntivite alérgica – rinites – amidalites alérgicas – laringites alérgicas – otites alérgicas. 

    FERRO
    anemia ferropriva – depressão – sonolência – desânimo – apatia – diminuição da intelectualidade – redução da performance física – precordialgias anginosas – irritabilidade – fogachos da menopausa – taquicardias – gravidez – prevenção das malformações fetais – riscos de prematuridade – prevenção de complicações do parto – puberdade – convalescença – atraso de crescimento reumatismo – diminuição da imunidade e resposta imune. 

    FLUOR
    dentição – cárie dentária – osteoporose – flacidez ligamentar – zumbidos – lombalgias posturais – crescimento – entorses – Mal de Scheuermann – epifisite vertebral dolorosa da adolescência – osteocondrite da tíbia – retardo de consolidação de fraturas – escoliose – prevenção do pé plano congênito – prevenção do genu valgun e genu varun – cifose – lordoses – descalcificações – aleitamento – dentição – gravidez – desmineralização – osteocondrite. 

    FÓSFORO
    espasmofilia – palpitações – cólon irritável – doença de Crohn – rinites – asma – ostoporose – câimbras – coqueluche e outros fenômenos de espasmos respiratórios – miastenia graves – dismenorréia – moléstia de Dupuytren – síndromes musculares dolorosas fibromiálgicas – astenia cerebral – tetania – hepatites virais (A, B ou C) – doenças hepáticas esteatoses, cirrose etc. – esclerodermia – precordialgia – distrofias ósseas. 

    GERMÂNIO
    Mineral considerado uma panacéia, um marco de desenvolvimento no campo da medicina nutricional. 
    neoplasias – revitalizante celular – inibem a reprodução do HIV –distúrbios imunológico – regenerador de mucosas como gastrites, aftas, retocolites etc. – doenças virais – cancros – estados pré cancerosos – hipertensão – alergias – artrite – entre outros. Lipólise mata célula de gordura. 

    IODO
    Hipertireoidismo – hipotireoidismo – polifagia – emagrecimento – obesidade tireoidiana – distúrbios de crescimento – síndrome de Basedown Graves – menopausa – andropausa – dismenorréia – dispareunias – fadiga – tremores – hipertensão – excitabilidade – aterosclerose. 

    LÍTIO
    Ansiedade – angústia – agitação – psico pruridos – psico dermatoses – fibromialgia – menopausa – stress – alterações do humor – gota – insônia – alterações do comportamento – P.M.D. – outra psicoses – esquizofrenias – T.P.M. – anorexia nervosa – bulimia – abulia – distúrbios da afetividade – depressão – lítiase renal por ácido úrico – agressividade – cardiopatias escleróticas – envelhecimento – taquicardia. 

    MAGNÉSIO
    Elemento mais importante na facilitação de absorção dos outros nutrientes. Quando em algum estudo mineralógico, a falta de magnésio for maior que a dos outros elementos, primeiramente dê apenas Mg. 
    Os outros serão facilitados por este. 
    astenia – falta de criatividade – ansiedade – enxaqueca – cardiopatias – hipertensão – sindrome pré-menstrual – colites – hiperexitabilidade neuromuscular – auto intoxicação alimentar – eczemas – arritmias cardíacas – obstipação crônica – síndrome do cólon irritável – hiperemotividade – espasmos coronarianos –artroses – dor articular crônica do adulto – senescência – hipertensão arterial – insuficiência hepática funcional – tremores de extremidades – dispnéia asmatiforme – artrites – nevralgias – memória. 

    MANGANÊS
    É um mineral histriônico. Ocupa o lugar de um nutriente que está faltando. Oligoelemento compensador da diátese I – alergias – urticárias – pruridos – eczema atópico – edema de Quinke – febre de fenocoriza espasmódica – bronquite alérgica – polimenorréia – metrorragia – enxaquecas – rinite alérgica – impotência sexual – perda ou diminuição da libido – hipertensão – manifestação dispéptica – hiperfoliculinia – cólon irritável – algias difusas migratórias sem lesão deformantes. 

    MOLIBDÊNIO
    anemia – ferropriva – profilaxia da cárie dental – após tratamento com corticóides – desintoxicante de substâncias químicas, quimioterapia, etc. – emagrecimento – regulador do metabolismo lipídico. 

    POTÁSSIO
    stress – astenias – fadiga muscular – artroses – dores reumáticas – poliartrite crônica – reumatismo crônico evolutivo – edema – retenção hídrica – oligúria. 

    SELÊNIO:
    Elemento da barreira intermitentes, responsável pelo controle da comunicação verbal. Em excesso aflora arquétipos do “Dom” da palavra. Ótimo para advogados, promotores, professores, locutores. Quando em escasso, o indivíduo tem dificuldades de comunicação verbal.
    envelhecimento prematuro – diminuição da sexualidade – impotência – perda da libido – risco cardiovascular – angina péctoris – hiperagregabilidade plaquetária – senilidade – stress oxidativo – preventivo do fenômeno agravante dos radicais livres através da isquemia reperfusão – infecções recidivantes – imunodeficiências – catarata – artrite reumatóide – esteatose hepática – preventiva de seqüelas radioativas – uricemia – no 9º mês de gravidez para prevenir sofrimento fetal por hipóxia afecções da vias aéreas superiores – cirurgias como preventivo da isquemia reperfusão – inflamações crônicas – linfopenias – otites – preventivo de câncer – hepatites virais ou não. 

    SILÍCIO
    alterações ósseas de crescimento – fraturas ósseas – osteoporose – artroses senis – envelhecimento cutâneo – alopécia – catarata – aftas – aterosclerose – hipercolesterolemia – úlceras da cavidade oral – miopia (fase inicial) – varizes – aneurismas – unhas fracas e quebradiças.

    VANÁDIO
    Astenias – neoplasias – hematopoese – cáries dentárias – calcificação óssea – diabetes Mellitus – depressão – tiques nervosos – hipoglicemia reacional. 

    ZINCO
    Elemento mais importante na “leitura” do genoma. (no curso ministrado pela associação brasileira de medicina complementar este fato é abordado integralmente) psoríase – frigidez – impotência – câncer de próstata – adenoma prostático – preventivo de doença degenerativas – dificuldade de regeneração celular – imunodeficiências-AIDS – síndrome adiposo genital – aumenta a acuidade visual – diminuição do paladar – diabetes mellitus – aterosclerose – senelidade – doenças vasculares – alterações hipofisiárias principalmente 
    gonadotróficas – disfunção tireoidiana – disfunção pancreática – metrorragia para diminuir o fluxo menstrual em mulheres que usam DIU – crescimento. 

    CATALIZADORES COMPOSTOS POLICATALÍTICOS: 

    COBRE OURO PRATA (Cu-Au-Ag): leucopenia – imunodeficiências – AIDS – alergias – depressão – falta de vitalidade – convalescença – infecções recidivantes – pré e pós-operatórios – traumatismos psíquicos (morte de algum familiar, falência, problemas Judiciais etc..) – quadros mórbido, associados a diminuição marcante do estado geral – psicastenia – abulia psíquica – obsessões mórbidas – insônia – pesadelos. 

    MANGANÊS COBRE (Mn-Cu)
    Policatalítico usado para compensar a diátese II – infecções recidivantes da vias aéreas superiores – sinusite crônica – cistites recidivantes – rinites – problemas otorrinolaringológicos freqüentes – infecções crônicas – artrites deformantes – lentidão escolar – fadiga vespertina – fadiga física e psíquica – alterações posturais –bronquites – anginas infecciosas – gripes freqüentes – hipotireoidismo – colite – enurese noturna – alterações de crescimento. 

    MANGANÊS COBALTO (Mn-Co)
    Policatalítico compensador da diátese III – patologias circulatórias: arteriais e/ou venosas – problemas de circulação periférica – menopausa – andropausa – hipertensão arterial – acrocianoses – varizes – tromboses – alterações da memória – alterações da concentração – sensação de peso nas pernas, que melhoram ao levantá-las – aerofagia – úlcera gástrica – úlcera duodenal – meteorismo – artroses – câimbras – preventiva dos infartos – manifestações gastrintestinais por alterações emocionais – reumatismos degenerativos – fadiga geral – depressão – síndrome de pânico – gota – enfisema pulmonar – insônia – hipercolesterolemia –hipertrigliceridemia – pessimismo – vertigens – acúfenos – hiperuricemias – fadiga progressiva – alterações emocionais. 

    ZINCO COBRE (Zn-Cu)
    Policatalítico compensador da chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado endócrino – retardo de desenvolvimento de etiologia endócrina – disfunção ovariana – endometriose – ovários policísticos – impotência sexual – atraso da maturação sexual – astenia sexual – seu uso pode soldar as epífises e parar o crescimento – disfunção tireoidiana – miomas – menopausa – osteoporose – vaginismo – dispareunia. 

    ZINCO NÍQUEL COBALTO (Zn-Ni-Co)
    Policatalítico que também compensa a chamada diátese V. Se os distúrbios forem do lado pancreático – diabetes mellitus – intolerância a glicose – hipoglicemia reacional – polifagia – bulimia – mal estar que antecede as refeições (tremores, sonolência) – obesidade – dispepsias – indigestão.

    MANGANÊS (Mn)
    Policatalítico usado para compensar a diátese I. Aceleração de trocas celulares. Doenças alérigicas outras - Hiper-emotividades - Hiper-atividade - Euforia Noturna

    Complilação de diversas fontes:
    Ver Referências Bibliográficas


    domingo, 8 de setembro de 2013

    DIÁTESES


    Ao conjunto de características semiológicas que definem um terreno constitucional, chamamos Diátese. Uma Diátese exprime a transição entre o "estado de saúde" e o "estado lesional".

    A Diátese relaciona o doente ligado a uma disfunção orgânica, de uma forma individualizada pelas suas reacções pessoais.

    O comportamento diatésico é o reflexo móvel de um estado físico em evolução. Um estado patológico é fisiológicamente a consequência de uma anomalia crescente das trocas metabólicas e um bloqueio progressivo das funções reguladoras.

    Uma lesão é patológicamente o resultado de uma perturbação metabólica. A terapêutica pelos catalizadores é muito útil pelos seus poderes reguladores e despolarizantes.

    Diátese I                     Alérgica ou Artrítica
    Predomina nos jovens e adolescentes. Os fenómenos patológicos são agudos mas raramente graves. Costuma evoluir com mais frequência para a diátese III (distónica).
    Há um excesso de reacções tanto comportamentais como sintomáticas.

    Sinais comportamentais da Diátese I
    Cansaço matinal
    Hiper-actividade para o fim do dia
    Fadiga que desaparece com o esforço
    Má memória episódica
    Muito enérgico
    Optimista
    Nervoso
    Colérico
    Impulsivo

    Semiologias da Diátese I
    Alérgica                      Eczemas, Urticária de repetição, Asma alérgica, Sinusite alérgica
    Cardiovascular          Précordialgias, Taquicardia emocional, Hipotensão
    Digestiva                    Nauseas, Digestões lentas, Vómitos, Colite
    Endócrina                   Disfunção tiroideia (hiper)
    Uro-Genital                Dismenorreia, Urina ácida
    Faneras                      Unhas quebradiças, Queda de cabelo, Artrite dentária
    Reumatológica          Dores reflexas, Artrites agudas não deformantes, Ciática,Lombalgias

    Riscos de evolução patológica da Diátese I
    Hipotensão arterial (acima dos cinquenta anos)
    Artrites crónicas
    Litiase vesicular e renal
    Asma crónica
    Eczemas
    Doença de Basedow
    Fibromioma tumoral ou hemorrágico

    Terapia Diatésica da Diátese I
    Manganésio    Corrector de base
    Enxofre             Disfunção Hepática dominante
    Iodo                   Disfunção Tiroideia dominante

    Diátese II       Hiposténica ou Artro-Tuberculosa
    Caracteriza-se por hipotonia. Este terreno aproxima-se do Tuberculinismo dos homeopatas.
    Encontra-se com frequência nas famílias cujos parentes (pais ou avós) sofrem ou sofreram de problemas respiratórios e de estados hiposténicos.

    Sinais comportamentais da Diátese II
    Fadiga progressiva por falta de resistência
    Fatigável com o esforço
    Má memória por falta de resistência
    Medianamente enérgico
    Moral irregular com indiferença
    Tendência á reflexão
    Calmo
    Cauteloso
    Sono muito bom


    Semiologias da Diátese II
    Respiratória                Rinites, Faringites, Laringites,Traqueítes, Bronquites, Sinusites
    Linfática                       Adenites
    Sistema Digestivo     Perturb. duodenais, Enterocolite, Alternância de Diarreia e Obstipação
    Uro-Genital                 Cistites ligeiras reincidentes, Dismenorreias
    Endócrina                   Hipotiroidismo
    Reticulo-Endotelial    Anemia com Leucopenia
    Osteo-Articular           Atraso na ossificação, Laxidez ligamentar
    Pele                             Prurido, Eritemas polimorfos, Acne, Psoríase

    Riscos de evolução patológica da Diátese II
    Tuberculose em todas as suas formas
    Reumatismos crónicos deformantes
    Asma crónica
    Bronquite crónica
    Colite crónica esquerda
    Ulcera duodenal

    Terapia Diatésica da Diátese II
    Manganésio-Cobre     Corrector de base
    Enxofre                          Nos sintomas antigos
    Fósforo                          Nos sintomas recentes

    Diátese III                  Distónica ou Neuro-artrítica
    Esta diátese aparece normalmente no adulto, raramente é constitucional. Geralmente é a evolução da Diátese I (Diatese Alérgica não tratada).
    É um sinal de alarme para o terapêuta, pois a instalação de disfunções orgânicas de degenerescência não estão longe.

    Sinais comportamentais da Diátese III
    Fadiga de manhã, voltando ao fim da tarde
    Má memória que se acentua progressivamente
    Ligeiro pessimismo com ansiedade
    Sono mau com ansiedade

    Semiologias da Diátese III
    Neuro-Vegetativa  Espasmos epigástricos, Inchaço das extremidades, Hemicranianas difusas
    Circulatória             Hemorroidas, Pernas pesadas, Edemas dos membros inferiores, Varizes, Precordialgias
    Digestivos               Aerofagia, Dispepsia, Gastrite, Colite espasmódica direita
    Osteo-Articular       Algo-Neuro-Distrofias, Artrose, Estados gotosos
    Pele                          Urticária crónica, Eczema crónico, Líquen
    Uro-Genitais            Oliguria, Uremia, Menopausa

    Sinais Biológicos de Análise da Diátese III
    Aumento da taxa de Ureia
    Aumento da constante de Ambard
    Alcalose
    Anemia em alguns casos

    Riscos de evolução patológica da Diátese III
    Trombose
    Enfarte do miocárdio
    Arterite
    Aortite
    Ulceras Gastro-Duodenais
    Artrose deformante, dolorosa, evolutiva
    Uremia
    Estados cancerosos

    Terapia Diatésica da Diátese III
    Manganésio-Cobalto  Corrector de Base
    Enxofre                          Disfunção artro-digestiva
    Iodo                                Disfunção hipofiso-genital
    Cobalto                          Disfunção circulatória
    Magnésio                      De origem recente
    Minero-C                       Dor recente
    Minero-Vita                   De origem antiga

    Diátese IV                  Anérgica
    Esta diátese nunca é constitucional. Geralmente é uma evolução das diáteses precedentes e, normalmente muito grave.
    Aparece brutalmente após medicação prolongada e mal tolerada, principalmente nos tratamentos com antibióticos e em acidentes ou choques morais repetidos.

    Sinais comportamentais da Diátese IV
    Fadiga permanente
    Má memória
    Desconcentração
    Falta de energia
    Pessimismo com depressão
    Apático e confuso
    Sono mau com pesadelos





    Semiologias da Diátese IV
    Infecciosa                   Infecções de repetição, Otites, Anginas,Cistites, Febre inexplicável
    Osteo-Articulares      Reumatismo evolutivo, Osteomielites
    Pele                             Furunculos de repetição, Acne, Antraz

    Sinais Biológicos de Análise da Diátese IV
    A V.S. pode estar aumentada
    Perturbações no hemograma
    Alcalinidade aumentada
    Factor rH aumentado

    Riscos de evolução patológica da Diátese IV
    Anergia total
    Sistema imunológico em disfunção
    Tuberculose local ou geral
    Reumatismos crónicos graves
    Poliartrite evolutiva
    Rectocolite hemorrágica
    Leucemia
    Estados cancerosos
    Senescência precoce e irreversivel

    Terapia Diatésica da Diátese IV
    Cobre-Ouro-Prata       Corrector de base
    Manganésio                 Se o terreno é Alérgico
    Manganésio-Cobre     Se existir Hiposténia
    Manganésio-Cobalto  Se existir Distonia
    Lítio                                Se existir depressão
    Enxofre                          Se existir disfunção hepática
    Iodo                                Se existir disfunção tiroideia
    Fluor                              Se existir desmineralização
    Minero-Vita                  Como suporte imunológico

    Sindroma de Desadaptação ou Diátese V
    Não é própriamente uma Diátese (apesar de alguns autores considerarem o Sindroma de Desadaptação como Diátese V) mas sim uma modalidade "reaccional" ao agravamento dos sintomas de uma das Diáteses anteriores.
    Este Sindroma joga de maneira prioritária com o Sistema Endócrino e em particular com o Hipofiso-Suprarenal.

    Sinais Comportamentais da Diátese V
    Quebra súbita de energia
    Moral irregular com indiferença
    Alternância de carácter
    Sonolência
    Distúrbios genitais e endócrinos

    Semiologias da Diátese V
    Disfunçöes Endócrinas:
                Hipofiso-Genital           Disturbios menstruais, Menopausa
                Hipofiso-Suprarenal   Com Impotência, Com Frigidez
                Hipofiso-Pancreático  Hipoglicémia, Disturbios digestivos
                Sindroma prostático

    Riscos de evolução patológica da Diátese V
    Não são específicos, pois dependem de Diáteses anteriores, podem no entanto incluir-se nesta categoria os:

                - Sindromas adiposo-genitais
                - As Prostatites crónicas
                - O Mongolismo

    Terapia Diatésica da Diátese V
    Zinco-Níquel-Cobalto            Hipofiso-Pancreática
    Zinco-Cobre                            Supra-Renal e Genitais
    Iodo                                           Tiroide

    Matéria de A.Pires - http://oligo-ion.blogspot.com.br
    Complilação de diversas fontes:
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